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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

<<< NASA ALERTA >>> - ASTEROIDE COM TAMANHO RECORDE PASSA RASPANDO A TERRA NO PRÓXIMO DIA 26/01/2015

NASA nega qualquer perigo e diz que outra aproximação de um asteroide desse porte só ocorrerá novamente em 2027

O asteroide passará a 1,2 milhão de quilômetros da Terra - cerca de três vezes a distância da Lua. Será o mais próximo que um corpo celeste desse tamanho chegará de nosso planeta até 2027, quando o 1999 AN10, de 800 metros, nos visitará. O 2004 BL86 só deve voltar a se aproximar da Terra daqui a 200 anos.

O asteroide passará a 1,2 milhão de quilômetros da Terra - cerca de três vezes a distância da Lua. Será o mais próximo que um corpo celeste desse tamanho chegará de nosso planeta até 2027, quando o 1999 AN10, de 800 metros, nos visitará. O 2004 BL86 só deve voltar a se aproximar da Terra daqui a 200 anos.
Já nós, civis, não poderemos ver o asteróide a olho nu, mas será possível observar a passagem dele com telescópios amadores.

O 2004 BL86 foi descoberto em janeiro de 2004 pelo telescópio LINEAR (Lincoln Near-Earth Asteroid Research) na cidade do Novo México.

sábado, 9 de agosto de 2014

VÍDEO REVELA PIRÂMIDE NEGRA EM ASTEROIDE 1999 RQ36 QUE VEM EM DIREÇÃO A TERRA

O vídeo de um asteroide com uma misteriosa formação na sua superfície, que lembra uma pirâmide, está despertando as atenções dos usuários das redes sociais. O objeto estranho teria sido flagrado na rocha 1999 RQ36. A formação teria sido descoberta no dia 29 de junho. Especula-se que dentro de 170 anos o 1999 RQ36 estará se aproximando do planeta Terra.

Não é novidade que estes vídeos causam muitas controvérsias nas redes sociais e que, às vezes, dependendo de como a luz incide no objeto, isso provoca algumas ilusões de ótica que remetem a interpretações e teorias sobre a presença de artefatos alienígenas em rochas espaciais, na Lua ou em Marte, por exemplo. 

Veja o vídeo abaixo do asteroide 1999 RQ36 e tire suas próprias conclusões:

O asteróide aparece como uma rocha normal em espaço, mas quando observado com atenção, parecia ser habitado.

"Esta é uma prova fantástica de cientistas na Índia nos laboratórios ISRO. O detalhe desta grande pirâmide é fantástico e você pode ver duas outras estruturas retangulares nela. O asteroide não é provavelmente para a mineração, tanto quanto utilizado como uma pequena estação espacial. um asteroide desse tamanho e uma estrutura que o tamanho é um pouco fora de proporção ... então isso não pode ser uma instalação de mineração "

"Esta estrutura é muito grande e era para estar escondida neste pequeno asteroide, por isso, provavelmente, está monitorando planetas ao passa-los sem qualquer forma de vida primitiva descobri-los ... no entanto, a Índia estava monitorando e pegou-o rapidamente. Trabalho impressionante da Índia, ", acrescentou.

Avistamentos semelhantes têm sido feitas em nosso sistema solar, no passado, quando o vídeo de um OVNI se aproximando da Estação Espacial Internacional (ISS) foi carregado no YouTube. 

A três minutos de 40 segundos vídeo foi enviado por um usuário chamado 'secureteam10'. O filme mostra um, circular objeto girando estranho vindo perto da estação espacial março 2014.

domingo, 16 de março de 2014

CIENTISTAS ALERTAM - ASTEROIDE DE GRANDES PROPORÇÕES PODE ATINGIR A TERRA NO PRÓXIMO DIA 21 DE MARÇO

Um asteróide em torno de dois terços de uma milha de largura (1,2 km) pode atingir a Terra em 21 de março de 2014 e foi classificado como "um evento que merece acompanhamento cuidadoso" pelos astrônomos. 

Mas eles dizem que a probabilidade de o asteroide atingir a Terra é apenas 1 em 909 mil e o risco de impacto é susceptível de diminuir à medida que coletar mais informações. 

O asteroide recém-descoberto, conhecido como 2003 QQ47, tem uma massa de cerca de 2.600 milhões de toneladas (2.600 mil milhões de kg). 
Seus cálculos de órbita atualmente são baseados em apenas 51 observações durante um período de sete dias. 
Dr. Alan Fitzsimmons da Universidade de Queen, em Belfast, membro da equipe de peritos a aconselhar o Reino Unido NEO (Near Earth Objects) Information Centre, com sede em Leicester, disse: "O NEO será observável da Terra pelos próximos dois meses, e os astrônomos vão continuar a segui-lo durante este período. "
A rocha gigante foi observada pela primeira vez em 24 de agosto por Lincoln Near Earth Asteroid Research Programa (linear), com sede em Socorro, Novo México. 
As observações foram relatadas ao Centro de Planetas Menores, em Massachusetts, um centro para todas as novas descobertas de asteroides e cometas. O asteroide classificado como "Torino classificação de risco" o que significa  "Um evento que merece acompanhamento cuidadoso" 
Os cientistas disseram que era provável que a escala de risco caísse logo após mais observações serem feitas. 

Kevin Yates, gerente de projeto do Reino Unido NEO Informatiqon Centre, disse: "Como observações adicionais são feitas ao longo dos próximos meses, e a diminuição de incertezas, o asteroide 2003 QQ47 deverá cair na escala Torino. 

"A NEO Centro de Informação continuará a acompanhar os últimos resultados de observações e publicar atualizações regulares." 

Asteroides como o 2003 QQ47 são pedaços de rocha que sobraram da formação do nosso sistema solar há 4,5 bilhões de anos atrás. 

A maioria são mantidos a uma distância segura da Terra no cinturão de asteroides entre as órbitas de Marte e Júpiter. 

Mas a influência gravitacional de planetas gigantes como Júpiter pode deslocar asteroides para fora destas órbitas seguras e enviá-los a mergulhar na redondezas da Terra. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Astrônomo grava impacto de asteroide contra a Lua

Asteroide viajava a 61.000 km/h e abriu uma cratera de 40 metros de diâmetro no solo lunar. Impacto foi tão forte que pode ser visto da Terra a olho nu
Asteroide colidiu com solo lunar em 11 de setembro de 2013
Um astrônomo espanhol observou ao vivo a colisão de um asteroide do tamanho de uma geladeira contra a Lua, um fenômeno pouco frequente, que foi gravado e analisado. O choque produziu uma luz tão forte que pode ser visto da Terra a olho nu e demorou 8 segundos para desaparecer.

O asteroide, que tinha cerca de 1 metro de diâmetro, pesava 400 quilos e viajava a uma velocidade de 60.000 km/h quando colidiu com a superfície lunar, em 11 de setembro de 2013. A energia de impacto foi equivalente a 15 toneladas de TNT — pelo menos três vezes superior ao maior impacto lunar já registrado, em março de 2013. Os detalhes foram publicados no último domingo no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Dois telescópios em Sevilha, no Sul da Espanha, que monitoram a Lua pelo projeto chamado Midas (Moon Impacts Detection and Analysis System), registraram o evento às 20h07 GMT. José María Madiedo, professor da Universidade de Huelva, observou o clarão em Mare Nubium, uma cratera lunar repleta de lava solidificada. "Percebi que havia presenciado um acontecimento pouco frequente e extraordinário", destacou Madiedo.

Segundo a Royal Astronomical Society (RAS), o choque foi tão luminoso quanto a Estrela Polar, razão pela qual poderia ser visto a partir da Terra sem a necessidade de telescópios. A rocha evaporou instantaneamente no momento do impacto, criando uma cratera de 40 metros de diâmetro e um intenso calor, causa do clarão observado da Terra.


(Com AFP)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Foto colorida revela detalhes de asteroide gigante

A Nasa, agência espacial americana, revelou imagens coloridas do asteroide Vesta. Os filtros de cores aplicados por cientistas alemães ajudaram na observação de estruturas geológicas.

Com 530 quilômetros de diâmetro, Vesta é o segundo maior corpo celeste do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. O asteroide é acinzentado, com uma variedade de pequenas e grandes crateras.
As fotografias foram capturadas por uma câmera a bordo da sonda Dawn. Mas os cientistas do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar coloriram as imagens para observar as estruturas do asteroide.
Como os minerais refletem luz de vários comprimentos de onda e em diversos graus, os filtros mostram a diversidade na composição do asteroide. Os cientistas descobriram marcas de impactos, crateras enterradas por terremotos, entre outros materiais alheios ao Vesta.
Vesta era o segundo maior asteroide do Sistema Solar, com um diâmetro médio de 530 km, até ser promovido a protoplaneta em maio de 2012. Foi descoberto por Heinrich Wilhelm Olbers em 29 de março de 1807
Esta imagem é a última seqüência de imagens sonda Dawn da NASA obteve
do asteróide gigante Vesta, olhando para o pólo norte de Vesta, uma vez que
estava partindo. Quando O Amanhecer chegou em julho de 2011, a região norte
de Vesta estava na escuridão. Depois de mais de um ano em Vesta,
 a luz do sol já chegou ao pólo norte de Vesta, que está no meio da imagem.

Lançada em 27 de setembro de 2007 pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), Dawn se situou na órbita de Vesta em 16 de julho de 2011. Durante um ano, a sonda não tripulada mapeou os detalhes da superfície até então desconhecida de Vesta. Agora, caminha rumo a Ceres, um planeta-anão. Mas só o alcançará em 2015, segundo a Nasa.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

MAIS UM ASTEROIDE PASSARÁ RASPANDO A TERRA NESTA SEXTA

Órbita do asteroide 1998 QE2: o asteroide 1998 QE2 estará
mais próximo da Terra às 20h59 GMT (17h59 de Brasília)
Segundo cientistas, não há risco de colisão
Washington - Um asteroide de 2,7 km de diâmetro passará perto da Terra nesta sexta-feira, sem risco de colisão, oferecendo aos cientistas uma oportunidade de estudar um objeto celeste enorme com sua lua própria.
O asteroide 1998 QE2 estará mais próximo da Terra às 20h59 GMT (17h59 de Brasília), a 5,8 milhões de quilômetros, cerca de 15 vezes a distância entre a Terra e a Lua, informou a agência espacial americana Nasa.

"Isto é o mais próximo que o asteroide passará da Terra por pelo menos os próximos dois séculos", destacou a Nasa.

O asteroide não será visível a olho nu, mas os astrônomos já o estudam com telescópios na Califórnia e em Porto Rico, algo que continuarão fazendo até 9 de junho.

Na quinta-feira, cientistas da Nasa, usando a antena de 70 metros Deep Space Network em Goldstone, Califórnia, informaram que o asteroide, descoberto em 1998, tem sua própria lua.

O enorme objeto celeste é conhecido como um asteroide binário e é orbitado por um satélite ou lua com 600 metros de diâmetro, informou a Nasa.

Os cientistas esperam que as observações reunidas com a passagem deste corpo celeste ajudem as agências espaciais a rastrear outros asteroides, inclusive aqueles que podem se chocar com a Terra, e calcular suas órbitas com mais antecedência.

"As medições de radar das distâncias e velocidades dos asteroides permitirão com frequência no futuro calcular as órbitas de asteroides muito antes" do que se não houvesse essas observações, informou a Nasa.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ASTEROIDE SE APROXIMARÁ DA TERRA EM 31 DE MAIO

Um asteroide com aproximadamente 3 quilômetros de diâmetro se aproximará da Terra em 31 de maio. Mas a Nasa, agência espacial americana, garante que a trajetória não representa perigo para a Terra.
O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em 19 de agosto de 1998. O objeto se desloca a 10,58 km por segundo e passará a 5,8 milhões de quilômetros do nosso planeta. Isso equivale a 15 vezes a distância entre a Terra e a Lua. Esta é a maior aproximação que o asteroide fará com a Terra pelo menos nos próximos dois séculos.
Apesar de passar a uma distância segura, essa é uma oportunidade importante para os astrofísicos. Quando um asteroide se aproxima dessa forma do planeta, os cientistas podem estudá-lo em detalhes, compreender o tamanho, a forma, a rotação, a superfície e até descobrir a origem do objeto celeste.
A Nasa criou um diagrama do trajeto do asteroide, que passará pelo radar do Observatório Goldstone, na Califórnia (EUA) e do Radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. Os cientistas esperam captar imagens em alta resolução capazes de revelar características da sua superfície. As medições do radar ajudarão a calcular com precisão a velocidade do asteroide e o traçado de sua órbita.
A Nasa coloca como em alta prioridade o monitoramento de asteroides com o objetivo de proteger a Terra. O NEO (Near Earth Object, objetos próximos da Terra em tradução livre) é o projeto do Laboratório de Propulsão a Jato responsável por esses estudos.

sábado, 9 de março de 2013

MAIS UMA VEZ!!! ASTEROIDE PASSA RASPANDO A TERRA HOJE

Novo asteróide do tamanho de um campo de futebol vai passar perto da Terra no sábado
Um novo asteróide, o tamanho equivalente a um campo de futebol, vai passar perto da Terra neste fim de semana, poucos dias depois ele se aproximou de outro, chamado UE 2013.
O asteróide, a cerca de 100 metros de largura e 2013 chamado ET, será em 9 de março para 960.000 milhas da Terra.
É uma distância de 2,5 vezes maior que separam a Terra da Lua, que será difícil de observar no céu noturno. No entanto, o projeto do telescópio virtual na Itália, liderada pelo astrofísico Gianluca Masi, transmitira ao vivo pela asteroide início sexta-feira, com início às 19:00 GMT.
Na segunda-feira outro asteróide, chamado 2013 da UE, passou a 396.000 milhas da Terra, a uma distância de mais ou menos igual ao que nos separa da lua.
O medo das possíveis consequências dos seus impactos vem sendo cobradas após o 15 de fevereiro quando um meteorito caiu na região dos Urais da Rússia, espalhando o pânico entre a população. O incidente deixou pelo menos 1.200 feridos, entre eles mais de 200 crianças. A explosão causou danos a imóveis em seis cidades e causou o corte das comunicações telefônicas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Live Webcast Asteroid 2012 DA14 from Space Cameras at Clay Center Observatory

Asteroid will pass close to Earth today at 17.25, says Nasa. It's closer to a rock the size ever made in the history of our planet. Despite spending close to satellites, no risks, says U.S. agency.

Follow asteroid live in our transmission.

Live stream videos at Ustream

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Asteroide 2012D14 pode Colidir com a Terra ou Não? A NASA diz que não mas não tem certeza

Asteróide 2012 D14
Pequisando a fundo sobre o assunto descobrimos como a NASA e o programa Near Earth Orbit (NEOP) estão lidando com a possibilidade de um possível impacto do tão falado, comentado e especulado Asteróide 2012 D14.
O cálculo da probabilidade de impacto envolve as disciplinas de dinâmica orbital, a teoria de estimação, e análise numérica. A órbita de um cometa ou asteroide é determinado a partir de um conjunto de observações (ascensão reta / declinação coordenadas). As observações são tipicamente uma precisão de 0,5 arc-sec, embora isso possa variar um pouco de acordo com o tamanho do pixel utilizado nos detectores CCD: alguns observatórios ter apenas 1,0 exatidão arc-sec. Porque existem alguns erros nas observações, haverá incertezas na determinação orbital para o objecto. A incerteza dos elementos orbitais também depende do número de observações e o intervalo de tempo durante o qual elas são feitas. As observações mais temos, e Quanto maior o período de tempo, a menos as incertezas serão, e mais precisa órbita se tornará. Assim, para um objecto recém-descoberto, as incertezas tendem a ser grandes inicialmente. Como mais observações são obtidas sobre a posição do objeto, as incertezas são reduzidas, e os impactos potenciais são, então, eventualmente, eliminado para a grande maioria dos casos.

O Asteroide 2012DA14 (D14) vai passar muito perto da Terra em 15 de fevereiro de 2013. Os astrônomos estimam que, quando está mais próximo de nós, as estimativas mais recentes da NASA afirmam que o asteroide será de cerca de 17.000 milhas de nós.

Esta história foi quebrado por RT com a entrevista do Dr. Dunham da NASA que falou estas palavras: na entrevista ....

"O Campo gravitacional da Terra irá alterar o caminho do asteroide significativamente. Um Cálculo escrupuloso adicional será necessário para estimar uma ameaça de colisão ", disse Dunham, conforme transcrito pelo Izvestia Rússia. "O asteroide pode quebrar em dezenas de pequenos pedaços, ou vários grandes pedaços e queimar na atmosfera. O tipo do asteroide e sua estrutura mineral pode ser determinada por análise espectral. Isto irá ajudar a prever o seu comportamento no ambiente e o que deve ser feito para evitar a ameaça em potencial ", disse o Dr. Dunham.
No lado positivo, mesmo que esta pedra nos acerte, não será o fim do Planeta devido ao tamanho do  asteroide pois só teria o poder explosivo de uma arma nuclear de tamanho médio. Mesmo que fosse para acertar nosso planeta,  a vida como a conhecemos vai continuar para mais habitantes da Terra porém por outro lado para aqueles que possam estar em seu caminho direto...

O Asteroide poderia eventualmente acertar a Terra?

A NASA estima que atualmente a probabilidade do 2.012DA14 colidir com a Terra a qualquer hora nas próximas décadas é 0,031 por cento, um número que vai ser refinado depois de astrônomos recolher dados sobre a sua passagem próxima em fevereiro próximo.
Mas, considerando a incerteza, os cientistas não se pode descartar a possibilidade de que o asteroide pode atingir a Terra em uma passagem posterior, incluindo o próximo sobrevoo em 2020.
Se ele não acertar, quer em 2020 ou mais tarde, o asteroide é pequeno o suficiente para que ele não seja um perigo ou causar a destruição da civilização. Além disso, a rocha se aproxima da Terra a partir do sul, tornando a Antártica ou o Oceano Antártico seus alvos mais prováveis​​
Ainda assim, se o asteroide atingisse a terra, o impacto da rocha com 140.000 toneladas iria liberar energia equivalente a uma explosão de 2,4 megaton, conforme os calculos dos cientistas da NASA.
Descobrir o risco dependerá precisamente da distância que o 2012DA14 passará da Terra em fevereiro. Isso porque o mais perto que se aproxima, mais a força da gravidade da Terra irá mudar a órbita do asteroide  acrescentando que a incerteza das previsões.
Ficamos com esperança de que a NASA começe a publicar seus estudos adicionais de pesquisa de impacto, de modo que todos nós possamos ficar mais bem informados.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Asteroide vai passar de raspão pela Terra em fevereiro

Rocha espacial de 50 metros de diâmetro chegará a apenas 22 mil km do planeta, menor aproximação já registrada na astronomia moderna
Descoberto por um astrônomo amador em fevereiro do ano passado, o asteroide 2012 DA14 por pouco não vai atingir a Terra no mês que vem. No próximo dia 15 de fevereiro, esta rocha espacial de cerca de 50 metros de diâmetro vai passar a apenas 22 mil quilômetros da superfície do planeta, menos de um décimo da distância da Lua, e dentro da região da órbita onde estão localizados os satélites geoestacionários de telecomunicações e meteorologia. Segundo os astrônomos, o asteroide não apresenta risco de colisão imediato nem no futuro próximo, mas sua passagem será acompanhada com grande interesse por apresentar uma oportunidade única para estudar este tipo de objeto, refinar os modelos usados para sua detecção e calcular a dinâmica de sua interação gravitacional com a Terra.
Estamos bastante animados com a possibilidade de observar o asteroide com telescópios — conta Alexandre Cherman, astrônomo da Fundação Planetário do Rio. — Ele vai passar a uma distância que é ridiculamente pequena em termos astronômicos e recorde na astronomia moderna.
Impacto provocaria devastação local
Segundo Cherman, o fato de o 2012 DA14 ter sido detectado há um ano e sua órbita já ter sido calculada com tamanha precisão é uma mostra da evolução de nossa capacidade de rastrear este tipo de objeto, mesmo os menores deles. Apesar do tamanho reduzido, caso estivesse em rota de colisão com o planeta, o asteroide poderia causar estragos consideráveis, que dependeriam de sua composição, velocidade, ângulo e local de impacto. Em 1908, um objeto de dimensões semelhantes teria explodido no céu sobre a desabitada região de Tunguska, na Sibéria, com uma força estimada em 2,5 megatons, o equivalente a uma bomba termonuclear de médio porte, derrubando ou destruindo 80 milhões de árvores em uma área de aproximadamente 2 mil quilômetros quadrados. Não seria um evento global como o do asteroide que, se acredita, exterminou os dinossauros. Este tinha entre três e oito quilômetros de diâmetro e liberou a energia de milhares de bombas nucleares. Mas seria mais do que suficiente para devastar uma grande cidade, deixando um rastro de milhões de mortos. Um objeto deste tamanho atinge a Terra uma vez a cada 100 ou 120 anos, então estatisticamente já estamos passando da hora — lembra Cherman. — Mas como 75% da superfície da Terra são de água, o mais provável é que ele caísse sobre um oceano. E mesmo que atingisse o solo, seria uma explosão considerável, mas com uma devastação muito localizada. Segundo o astrônomo do Planetário, será difícil observar a passagem do asteroide no céu do Rio devido a sua trajetória. Apesar de os cálculos indicarem que ele vai chegar a uma magnitude entre 7 e 8, brilhante o bastante para ser visto com um binóculo, o horário da aproximação máxima (17h30) e sua rota, entrando na sombra do planeta, vão escondê-lo dos olhos dos cariocas. O 2012 DA14, porém, deverá voltar a se aproximar em 2020, quando novamente passará a uma distância inferior à da Lua e sem risco de colisão.
Estratégias de sobrevivência
Caso o 2012 DA14 estivesse em rota de colisão com a Terra, o conhecimento prévio de sua existência e trajetória permitiriam à Humanidade tomar medidas para evitar seus estragos. E para isso não precisaríamos chamar o Bruce Willis. Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, por ser relativamente pequeno, o asteroide poderia ser destruído ainda no espaço por um míssil nuclear comum.
— É só calcular posição e rota exatas e mandar bomba. Isso daria conta do recado — afirmou Cherman.
O mesmo, no entanto, não poderia ser feito com objetos maiores, como o Apophis, uma rocha de cerca de 270 metros de diâmetro que deverá chegar a menos de 36 mil quilômetros do planeta em 2029, e muito menos com um eventual gigante como o que exterminou os dinossauros, que estimavas apontam colidir com o planeta a cada 100 milhões de anos. Isso porque o míssil poderia simplesmente parti-los em vários asteroides menores, mas ainda com tamanho suficiente para causar grandes estragos, efetivamente transformando uma ameaça em muitas.
— Caso soubéssemos com antecedência, o melhor, neste caso, seria provocar algum pequeno desvio na sua trajetória de forma que ele “errasse” o planeta. Bastaria muito pouco para tirá-lo da rota de colisão, e depois era só deixar a gravidade atuar — conta Cherman.
E são muitas as opções em estudo para desviar o asteroide. A primeira, que deverá ser testada pela Agência Espacial Europeia (ESA) em 2020, prevê uma ação cinética, com uma nave sendo enviada para se chocar com o asteroide e assim dar um pequeno empurrão nele, tirando-o da rota de colisão com a Terra. Outras envolvem os chamados “rebocadores gravitacionais”, naves colocadas em órbita dos asteroides que aos poucos alteram sua trajetória, e as velas espaciais, que usariam a força do vento solar com a mesma finalidade. E também há ideias menos ortodoxas, como a de pintar o asteroide de branco e aumentar sua reflexividade, aumentando em consequência a força exercida sobre ele pela luz solar e, mais uma vez, mudando sua rota.

Fonte Globo Ciência

UFOs Arizona - 02-03-2022