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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agência espacial capta 'canto' de cometa

Música, inaudível para o ouvido humano, está intrigando cientistas; internautas sugerem que barulho seja de um ET.

O "canto" do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, divulgado pela Agência Espacial Europeia na internet, virou um mistério para cientistas e internautas.

Na quarta-feira (12), em um feito inédito, um robô do tamanho de uma máquina de lavar roupas, a sonda Philea, conseguiu pousar no cometa. A análise da composição da superfície do corpo celeste pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.

A música - como os próprios pesquisadores se referiram a ela - foi captada pela nave espacial Rosetta e é inaudível para o ouvido humano. Para que pudesse ser ouvida, seu volume teve que ser aumentado cerca de 10 mil vezes. 


Ouça o áudio.

"Isso é emocionante porque é completamente novo para nós. Não esperávamos isso e ainda estamos tentando entender a física do que está acontecendo", disse Karl-Heinz Glaßmeier, chefe de departamento de Física Espacial na Technische Universität Braunschweig, da Alemanha, ao blog RESA Rosetta.
Segundo o blog, o barulho provavelmente é produzido pela atividade do cometa, que libera partículas neutras para o espaço, onde elas colidem com as partículas de alta energia. No entanto, "o mecanismo físico exato por trás das oscilações permanece um mistério", diz o blog.
Já a explicação dos internautas foi mais criativa. No SoundCloud, rede de compartilhamento de áudio onde o som foi postado, muitos levantaram a hipótese de que o barulho fosse de um ET.
"Talvez seja o som de um alienígena gritando 'me ajudem, estou preso dentro de um cometa'", comentou Alan Hayward.
"Isso é maravilhoso. Seria arrogante pensar que estamos sozinhos no universo. Não estou dizendo que são aliens, mas estou realmente ansioso para descobrir o que está fazendo esse som...", escreveu Ronnie Wonders.
"Tem ETs fazendo pipoca naquele planeta", comentou Dan Maxe.
O áudio foi ouvido quase 950 mil vezes no SoundCloud e compartilhado 13 mil vezes no Facebook.

Sonda envia primeira imagem do local de pouso no cometa

 
A Agência Espacial Europeia  publicou nesta quinta-feira a primeira imagem tirada da superfície de um cometa, e disse que sua lander Philae ainda é "estável", apesar de uma falha nas travas ao terreno rochoso.
 Foto publicada pela Agência Espacial Europeia nesta quinta-feira
mostra a lander Philae na superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko,

O lander marcou um feito histótico na ultima quarta-feira histórico, quando aterrissou no cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, após uma viagem de uma década através do espaço em sua nave-mãe Rosetta.

Esforços estão sendo feitos para localizar a posição exata da sonda da Agência Espacial Europeia, sobre a superfície.

Engenheiros dizem que pode ter saltado centenas de metros para trás do cometa após o primeiro contato, antes de finalmente se estabelecer.

Espera-se que a Philae obtenha insights sobre as origens do nosso sistema solar.

É já enviou as primeiras imagens já feitas sobre a superfície de um cometa.

Eles indicam que a sonda está sentado em um ângulo - talvez em uma ladeira, ou talvez até mesmo em seu lado. Mas a equipe continua a receber "grandes dados" da Philae.

O Satélite Rosetta da ESA transportou a Philae em uma jornada 6400000000-km (4 bilhões milhas) ao cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

Os sinais do pouso ainda estão sendo analisados - mas este é melhor
 palpite atual da equipe em como os acontecimentos se desdobraram
Cientistas acham que o pouso foi na área azul próximo ao local previsto (vermelho)


O Júbilo dos cientistas foi levemente umedecido porque os arpões que foram feitos para ancorar a sonda à superfície não funcionaram corretamente, fazendo-a saltar duas vezes antes de estabilizar no corpo do cometa, ou núcleo.

"A Philae está estável, sobre o núcleo e já está produzindo dados", disse Gerhard Schwehm, cientista da missão Rosetta, "A sonda no momento está muito saudável."

As fotos enviadas para a Terra mostram uma superfície rochosa, com um dos três pés da lander  no canto do quadro.

Os cientistas ainda estão analisando o efeito que as duas rejeições tiveram na nave espacial e planejam informar mais detalhes em uma entrevista coletiva as 08:00 ET.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Sonda Philae envia primeiras fotos da superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko

Pouco depois do pouso do robô Philae em um cometa, feito inédito e histórico da exploração espacial pelo homem, as primeiras imagens feitas por ele começam a chegar à Terra.


As imagens mostram a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feitas durante a aproximação da sonda.


Seus dados poderão ajudar a elucidar mistérios sobre cometas como esse, relíquias geladas dos tempos da formação do Sistema Solar.

Um dos temores dos cientistas que comandam a missão é de que a parte externa do cometa fosse revestida por gelo, o que poderia fazer o robô quicar na superfície e ser afastada da rocha em vez de aterrissar - já que há pouca gravidade no local.

Falhas
Nem tudo saiu como o planejado na aterrissagem do robô. Houve falhas no sistema feito para propulsioná-lo em direção à superfície do cometa.
Relatos iniciais também davam conta de que os arpões instalados no robô para prendê-lo à parte externa do corpo celeste também apresentaram problemas. No entanto, o repórter de ciência da BBC Jonathan Amos disse que isto não foi oficialmente confirmado.
Por enquanto, ainda não há informações sobre a natureza dos materiais encontrados na superfície do cometa.
Se tudo correr conforme o planejado, novas fotos devem ser enviadas em breve. O robô também começará sua análise da composição química do corpo celeste.

A sonda europeia que realizou a primeira vez aterragem suave em um cometa poderia ter feito e não apenas uma, mas duas vezes. Mas o robô não só não quicou, como afundou cerca de quatro centímetros ao pousar, o que sugere que ele encontrou uma superfície relativamente macia.
O instrumento Rolis tirou um instantâneo do cometa 67P / CG
durante a descida da Philae lander  em direção à superfície em 12 de novembro de 2014.

O robô Philae conseguiu aterrissar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko às 14h05 (horário de Brasília).
Momentos tensos durante o tempo de espera da conformação do pouso.


"Este é um grande passo para a civilização", disse Jean Jacques Dordain, diretor-geral da Agência Espacial Europeia, que deu início à missão há cerca de duas décadas.

"Sabíamos que este tipo de feito não iria cair do céu, 
só com trabalho duro e muito conhecimento."

O robô foi lançado às 7h03 de hoje da sonda Rosetta e levou sete horas para atingir a superfície do cometa, que está a 500 milhões de quilômetros da Terra.
Agora, o robô fará análises da composição da superfície do corpo celeste, o que pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.
Análise química da superfície do cometa pode dar pistas sobre o surgimento da vida na Terra
Uma das teorias sobre o início da vida na Terra postula que os primeiros ingredientes da chamada "sopa "

Estes são considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.
A missão Rosetta, batizada em homenagem à pedra que possibilitou a tradução dos hieróglifos egípcios, foi planejada na década de 80 e custou ao menos US$ 1 bilhão.
A sonda foi lançada em março de 2004 e, desde então, já orbitou o sol cinco vezes, ganhando velocidade "surfando" a gravidade da Terra e de Marte.
Para atravessar a parte mais gelada de sua rota, a sonda foi desligada em 2012 e somente reativada em 1º de janeiro deste ano.

Tempo da Missão
A missão está prevista para durar pelo menos até dezembro de 2015 - quatro meses após o 67P fazer sua maior aproximação ao sol. O cometa leva 6,5 anos para completar uma órbita, e seu caminho leva 67P tão perto de nossa estrela como 115 milhões milhas (186 milhões de km) - cerca de 1,25 vezes a distância Sol-Terra.

Sonda Philae pousa com sucesso em cometa, faz a história do espaço

A sonda Philae lander da Agência Espacial Europeia fez história espacial, alcançando com sucesso a superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

O pouso, que ocorreu em 11:03 ET, foi acompanhada por cenas arrebatadoras na sala de controle da ESA em Darmstadt, Alemanha.

Philae é a primeira sonda a pousar em um cometa.

Mais cedo nesta quarta-feira, a ESA lançou a primeira imagem do seu lander Philae ao se separar da nave-mãe Rosetta em sua missão ambiciosa para a superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

A separação, que ocorreu por volta 04:00 ET, marcou o início de uma jornada de 7 horas para a superfície do cometa. A sonda Rosetta e sua lander Philae foram em uma missão de uma década através do sistema solar para se encontrar com o cometa.

O cometa, que é cerca de 2,5 km de largura, viaja a velocidades de até 84 mil milhas por hora.

A sonda do tamanho de máquina de lavar roupa caíam ao cometa e trava usando arpões e parafusos. Durante a descida, os cientistas foram incapazes de fazer qualquer coisa, mas o relógio, porque a grande distância da Terra - 311 milhões milhas - tornou impossível para enviar instruções em tempo real.

O plano é que Rosetta e Philae acompanhará o cometa, uma vez que se lança em direção ao sol e se torna cada vez mais ativo, uma vez que se aquece. Usando 21 instrumentos diferentes, eles vão coletar dados que os cientistas esperam que ajudam a explicar as origens de cometas e outros corpos celestes.

A missão custou 1,6 bilhões dólares e foi lançada em 2004.

Chegam primeiras fotos após liberação de robô pela sonda Rosetta

Módulo espacial Philae foi liberado na manhã desta quarta-feira (12).
Previsão é que o robô toque o cometa 67P no início desta tarde.
Imagem feita pela sonda Rosetta mostra o módulo espacial
Philae seguindo em direção ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto: ESA/Rosetta)
Philae mandou imagem logo após se desprender da Rosetta. É possível enxergar parte
da asa solar e a própria sonda acima de um clarão (Foto: ESA/Rosetta/Philae/CIVA )
Chegou à Terra a primeira imagem mandada pelo módulo Philae, que se desprendeu nesta quarta-feira (12) da sonda Rosetta.
O módulo está em processo de pouso no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A imagem, divulgada sem processamento, é pouco clara para um leigo. Mas apenas o fato de ter chegado à Terra já é um sinal de que o equipamento está operante.
A Philae foi liberada às 7h03 desta quarta-feira (12) e se prepara para pousar no corpo celeste, num feito considerado inédito.
Ao longo desta manhã, os pesquisadores sediados em Darmstadt, na Alemanha, e em vários outros países da Europa que cooperam com a agência, acompanham cada passo do processo de descida do Philae.
Chegou à Terra a primeira imagem mandada pelo módulo Philae, que se desprendeu nesta quarta-feira (12) da sonda Rosetta.
O módulo está em processo de pouso no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A imagem, divulgada sem processamento, é pouco clara para um leigo. Mas apenas o fato de ter chegado à Terra já é um sinal de que o equipamento está operante.
A Philae foi liberada às 7h03 desta quarta-feira (12) e se prepara para pousar no corpo celeste, num feito considerado inédito.
Ao longo desta manhã, os pesquisadores sediados em Darmstadt, na Alemanha, e em vários outros países da Europa que cooperam com a agência, acompanham cada passo do processo Depois da liberação da sonda, outras etapas importantes foram concluídas com sucesso. Entre elas, o reestabelecimento da comunicação entre a Terra e o robô, e o acionamento do trem de pouso do módulo, que alcançará a velocidade de 1 m/s no momento do impacto.
A missão tem o objetivo de estudar materiais restantes da formação do Sistema Solar que estão no cometa, além de gases e gelo. A pesquisa ajudará a entender a formação dos planetas e o surgimento da vida na Terra.
Se tudo der certo, em algumas horas os cientistas poderão comemorar a primeira vez que um robô pousa em um cometa.descida do Philae.

A sequência de eventos prevista é a seguinte, (no horário de Brasília):
07:03. Separação da Philae a 22,5 km do núcleo. Começa a fase de descida e pouso.

07:43. A Rosetta executa uma manobra de afastamento.

08:00. O controle da missão recebe a imagem de "despedida" da Philae após se soltar da Rosetta.

09:03. A sonda Rosetta aponta para a Philae para poder receber seus dados.

14:03. Pouso da Philae

15:00. Divulgação das primeiras imagens do cometa.

15:03. Início das primeiras operações de ciência.

Sonda Rosetta pousará pela primeira vez em um cometa - Acompanhe ao Vivo

A sonda Rosetta está em uma longa jornada desde que foi lançada ao espaço em 2004. Após viajar durante uma década pelo sistema solar, a sonda se prepara, enfim, para vai se reunir com seu alvo. Desde agosto, o objetivo da Rosetta é pousar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko É a primeira vez que uma espaçonave tocará a superfície de um cometa.

A equipe que acompanha a sonda vai utilizar o módulo de pouso Philae para registrar fotos do cometa. Funciona assim: a Rosetta vai soltar uns propulsores e o Philae, que fica no meio dela, vai se soltar e descer em queda livre e armar seus “trens de pouso” para fincá-los na pedra. Daí, lá de cima, a Rosetta vai fotografar todo o processo, que vai durar 7 horas.
O processo vai começar às 7h00 e terminará às 13h35.  Você pode acompanhar ao vivo.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ISON SE FOI E AGORA VEM AÍ O NOVO COMETA LOVEJOY

A passagem do cometa será visível em diferentes partes do mundo e seria ainda mais brilhante do que o "Falecido" ISON
Enquanto telescópios de todo o mundo se preocupavam com a passagem do cometa ISON, um novo hóspede entrou forte e decidido a roubar a cena.

O Cometa Lovejoy C/2013 R1 , foi descoberto em setembro passado pelo astrônomo amador Terry Lovejoy, da Austrália e será visível da terra.

O Lovejoy tem uma pequena cauda, ​​mas um grande brilho, diferente de outros cometas, que tinham uma grande cauda que podia ser observada sem problemas por telescópios ao redor do mundo.


Em 19 de novembro foi o dia de maior aproximação à Terra do Cometa Lovejoy C/2013 R1, passando 58.000 mil milhas do nosso planeta, enquanto seu periélio (maior aproximação ao Sol), será em 22 de dezembro, 120 milhão de milhas de distância da estrela.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

<< ISON UPDATE >> NOVAS IMAGENS DE LASCO C3 MOSTRAM QUE O COMETA ISON PODE TER SOBREVIVIDO AO SOL

Desde ontem todos especulam e acompanham de perto tentando descobrir o que realmente aconteceu ao ISON ontem durante sua aproximação do sol. As primeiras noticias não foram assim tão animadoras, pois cisntistas da NASA afirmavam que o ISON havia se desintegrado e vaporizado, sendo assim o "O Cometa do Século", "Cometa do Natal" não faria mais sua esplendorosa aparição no mês de Dezembro.
Astrônomo amador alemão Waldemar Skorupa capturou esta foto
espetacular do Cometa ISON de Kahler Asten, na Alemanha, em 16 de novembro de 2013.

"Nós não vimos o Cometa ISON em SDO", disse Dean Pesnell, cientista do projeto para SDO. "Então nós achamos que ele deve ter quebrado e evaporado antes de atingir o periélio."

Mas na quinta-feira à noite, o UFOSFACTS assim como vários outros sites no platena que acompanhavam e ainda tinha esperança receberam as imagens de outra nave espacial de observação de sol, o Observatório Solar e Heliosférico (SOHO), gerido pela NASA e pela Agência Espacial Europeia, que pegou um blip de algo em órbita do sol em uma câmera chamada LASCO C3.
Esta imagem time-lapse mostra o Cometa ISON aproximando-se e afastando-se durante
o seu estilingue em torno do sol representado pelo círculo branco -  em 28 de novembro de 2013.
As imagens delineiam  claramente a curva do caminho órbita do cometa ISON.
As imagens foram capturadas por missão ESA/NASA's SOHO .

"Agora, com as últimas imagens LASCO C3, estamos vendo algo começando a clarear gradualmente de novo," afirma o expert em cometas Karl Battams, do Laboratório de Pesquisa da Marinha dos EUA, em Washington, DC.  "Penso que há um cometa nas imagens!"

O  ISON chegou a 684.000 milhas (1,1 milhão de quilômetros) da superfície do sol durante a sua passagem solar, no dia 28 de Novembro de 2013 e foi submetido a forças gravitacionais extremas e vento solar durante o encontro. A sobrevivência do cometa era sempre uma questão em aberto, uma vez que foi descoberto por astrônomos amadores russos Vitali Nevski e Artyom Novichonokin setembro de 2012.

Indo para o encontro solar, o cometa ISON era menos de uma milha de largura e composta de 2 bilhões de toneladas de gelo e poeira, disse que os cientistas da NASA. O que o cometa, ou fragmento de cometa é agora, no entanto continua a ser visto por cientistas que estão revendo as imagens dos observatórios solares SOHO e STEREO da NASA.

"Nós não temos nenhuma maneira de estimar o tamanho do núcleo pelas imagens do SOHO ou STEREO e é simplesmente muito cedo para especular sobre o futuro da ISON", disse Battams em um email. "É apenas uma questão de horas, se considerarmos a sua sobrevivência como um" renascimento ".

Este gráfico NASA mostra a possível localização do Cometa ISON
no céu da noite de dezembro, se o cometa sobreviveu seu encontro próximo
ao sol  e o suficiente para ser visível a olho nu.
Um cometa será visível mais uma vez?

Enquanto o Cometa ISON não iluminar os céus como os cientistas esperavam em seu caminho para o interior do sistema solar, que fez incendiar-se e tornar-se visível a olho nu, nas últimas semanas, ao se aproximar do sol. Se ele sobreviveu a viagem ao redor do sol, alguns cientistas estão esperançosos que o cometa iluminaria o suficiente para permanecer visível a olho nu.
"No decorrer de Dezembro, ele vai ficar mais distante do sol e vai ser assim até no céu da noite", o cientista da NASA Michelle Thaller do Goddard Space Flight Center, disse antes da passagem solar. "Em meados do final de Dezembro, se você olhar para cima sobre o Big Dipper, ele deve estar lá se ele sobreviveu ao sol."
Ao longo dos próximos dias, Battams e outros cientistas estará monitorando o remanescente Comet ISON para ver quanto do cometa, se houver, realmente sobreviveu, bem como o que isso pode significar para skywatchers na Terra.

"Acho que nos próximos dias vai ser interessante e espero que haverá tempo suficiente para descobrir o que realmente está acontecendo", disse o astrofísico solares C. Alex Young. "Em sua jornada aqui, o ISON tem sido um cometa estranho para muitos dos especialistas de cometas e continua a não decepcionar."

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

<< ISON UPDATE>> Aparentemente o ISON renasceu das cinzas, não podemos ter certeza de 100%

Aparentemente # ISON renasceu das cinzas, não podemos ter certeza de 100%, mas há esperança

Seguiremos acompanhando

ISON: "O COMETA DO NATAL" ATINGE PONTO MÁXIMO DE APROXIMAÇÃO DO SOL

Cientistas estão na expectativa se ele resistirá ao calor solar. Depois de chegar perto do Sol, cometa poderá ser o mais claro desde o Hale-Bopp
O cometa Ison poderá brilhar tão intensamente quanto a Lua Cheia
quando passar no ponto mais próximo ao Sol de sua trajetória
Foto: NASA, ESA, Hubble Heritage Team / Divulgação
Os astrônomos esperam ansiosos pelo acontecimento celeste do ano: nesta quinta-feira, às 16h40 (horário de Brasília), o cometa Ison atinge o periélio, o ponto de sua trajetória mais próximo do Sol, a apenas 1,2 milhão de quilômetros. Essa distância é 125 vezes menor do que a entre a Terra e o astro.

O cometa terá que resistir a uma temperatura de quase 3 mil graus centígrados. Embora ele se desloque a uma velocidade de mais de 1 milhão de quilômetros por hora, no espaço reina o vácuo, portanto não haverá nenhum vento para refrescá-lo.
Nas horas antes e depois dessa passagem próxima, o Ison reluzirá tão forte que, mesmo no azul do céu diurno, ele poderá ser visto bem ao lado do Sol. Seja como for, alguns satélites que monitoram as imediações do centro do sistema solar estão de olho no Ison.

Segundo uma antiga norma entre astrônomos, os novos cometas recebem o nome de seus descobridores. Assim, "Ison" é acrônimo de International Scientific Optical Network, a rede internacional de telescópios a partir de cuja estação em Kislovodsk, Rússia, ele foi avistado, em setembro de 2012.

Mensageiro da geladeira cósmica
O Ison tem um diâmetro de cinco quilômetros, sendo composto principalmente de gelo, gases congelados e poeira. Por isso, os astrônomos costumam apelidar os cometas de "bolas de neve suja". Eles são os resquícios do processo de nascimento do sistema solar, há mais de 4 bilhões de anos – ou seja, as migalhas que sobraram quando o Sol, a Terra e os outros planetas se formaram.

Muito além da órbita do planeta mais extremo, Netuno, incontáveis desses blocos de gelo vagam em torno do Sol. Nessas regiões, o Sol não passa de um ponto claro como a lua cheia, e a temperatura é inferior a 200 graus negativos. De vez em quando, um cometa se extravia, penetrando no sistema solar interno (anterior ao cinturão de asteroides).

O Ison vai passar próximo ao Sol pela primeira vez nesta semana, e os cientistas estão entusiasmados pela possibilidade de observar material totalmente não contaminado, da época da formação do sistema solar.

Comportamento imprevisível
O calor do Sol vai praticamente "fritar" o cometa, causando a evaporação de muito gelo, que, por sua vez, arrastará grande quantidade de poeira. Gás e poeira formam a cauda do cometa, que se estende por milhões de quilômetros no cosmos.

Em meados de novembro, o Ison ficou subitamente mais claro. Provavelmente alguns fragmentos do seu núcleo se soltaram, liberando, assim, mais gás e poeira. O cientista Hermann Böhnhardt, do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, em Katlenburg, na Baixa Saxônia, observou detalhadamente o Ison com um telescópio do Observatório Wendelstein, da Universidade de Munique. Ele descobriu duas estruturas em forma de asas na parte gasosa do cometa.

"Essas estruturas aparecem, tipicamente, depois que fragmentos isolados se desprendem do núcleo", relata. Mas, para os astrônomos amadores temerosos que o Ison se desintegrasse antes do grande espetáculo, Böhnhardt tem uma notícia tranquilizadora: "Nossos cálculos indicam que apenas um pedaço se desprendeu ou, no máximo, uns poucos destroços."
Precauções ao observar o cometa
No entanto, é muito difícil prever o comportamento exato dos cometas. Os pesquisadores acreditam que o Ison decerto perderá muito material ao passar próximo ao Sol, mas não vai se desintegrar. Afinal, outros cometas já passaram extremamente perto dele. Em março de 1843, o famoso Grande Cometa, que pôde ser visto à luz do dia, esteve a apenas 140 mil quilômetros do astro.

Quem observar o Ison no dia 28 de novembro deve tomar algumas precauções. O uso de binóculos é totalmente vedado, já que apenas uma rápida olhada em direção ao Sol pode causar cegueira total. A maneira mais segura de observá-lo é a olho nu, e ajuda cobrir o Sol com um pedaço de papelão ou algo semelhante, mantendo o braço esticado. O cometa só será visível se o céu estiver perfeitamente azul, sem nebulosidade.

Caso o Ison sobreviva ao calor solar, ele poderá ser visto na Europa novamente no início de dezembro: primeiramente no leste, pouco antes do nascer do sol; e a partir de meados do mês no firmamento noturno, a noroeste. Com sorte, ele será o cometa mais brilhante observado no Hemisfério Norte, desde o Hale-Bopp, em 1997.

No Brasil, o brilho do Ison já era observado no céu noturno, e, depois de passar perto do Sol, ele voltará a ficar visível a partir do dia 13 de dezembro, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. O melhor momento para observá-lo é a partir das 4h.

E quanto mais próximo do Sol, mais longe da Terra: no dia 27 de dezembro o cometa estará a uma distância de 64 milhões de quilômetros do nosso planeta.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Não perca a passagem do cometa Ison, que já pode ser visto a olho nu

Na semana que vem, o cometa vai atingir o ponto mais próximo do Sol. Se passar pela estrela sem se desintegrar, seu brilho ficará mais intenso
Imagem capturada pela Nasa mostra o cometa ISON
brilhando com um rastro verde - Nasa
Depois de muita espera, o cometa Ison já pode ser observado sem a ajuda de equipamentos. No dia 13 deste mês, o cometa atingiu um brilho dez vezes mais intenso e, com isso, chegou ao limite mínimo para ser visível a olho nu, ainda que com pouca nitidez. Na próxima semana, o Ison deve atingir seu ponto máximo de proximidade com o Sol. Se passar pela estrela sem se desintegrar, apresentará um brilho mais forte – mas ainda abaixo da expectativa gerada na época de sua descoberta.
O Ison foi visto pela primeira vez no ano passado, por dois astrônomos amadores na Rússia. À época, os cientistas cogitaram tratar-se do cometa mais brilhante já registrado, visível até à luz do dia. "O Ison foi descoberto a uma distância grande e já tinha um brilho relativamente forte, o que levou os especialistas a acreditar que ficaria muito brilhante quando se aproximasse do Sol", explica Enos Picazzio, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo.

Com o passar dos meses, o cometa não apresentou a evolução esperada. Em julho deste ano, um estudo feito na Colômbia já afirmava que o Ison não seria o mais brilhante. Ignacio Ferrin, astrônomo e especialista em cometas da Universidade de Antioquia, declarou que o brilho está estável desde janeiro.
Previsões – O futuro do Ison ainda é incerto. Ele pode simplesmente se desintegrar a qualquer instante de sua trajetória. Caso sobreviva até a aproximação máxima com o Sol, prevista para o dia 28 de novembro, existe o risco de que o calor intenso e a força gravitacional façam o cometa se fragmentar – e desaparecer. Em uma hipótese mais otimista, ele pode passar ileso perto do Sol e ganhar um brilho ainda mais intenso.

Segundo os especialistas ouvidos pelo site, ainda não é possível dizer qual dessas hipóteses tem mais chances de se concretizar. "Alguns cometas já passaram mais longe do Sol do que o Ison deve passar e não sobreviveram, enquanto outros, mais próximos, sobreviveram", afirma Picazzio.

Para Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos, ainda que sobreviva à passagem pelo Sol, o Ison não deve ficar entre os cometas mais brilhantes já observados. "A evolução do brilho do cometa até agora não atendeu as expectativas projetadas inicialmente", diz Rojas.

Formação – Os cometas se tornam mais brilhantes depois da aproximação com o Sol porque o calor intenso transforma o gelo de sua composição em vapor de água de forma mais rápida. O cometa continua se movimentando, e esse material que fica para trás, ao refletir a luz do Sol, contribui para aumentar seu brilho e a extensão da cauda.

Esta é a primeira vez que a passagem desse cometa pelo Sistema Solar é registrada, e as estimativas são de que ele demore 1,2 milhão de anos para dar a volta completa. A órbita calculada do Ison indica que ele provém da nuvem de Oort, uma espécie de redoma com trilhões de rochas a quase um ano-luz do Sol. É de lá que costumam vir os cometas de longo período, que demoram mais de 200 anos para percorrer seu trajeto de ida e volta ao Sol.

Dicas para observar o cometa

• Quando procurar? O melhor momento para ver o Ison nessa semana é logo antes do nascer do Sol, entre 4h30 e 6h da manhã, sempre na direção Leste (nascente)
• Como? Locais com pouca iluminação são mais indicados. Binóculos, lunetas e telescópios facilitam a visualização, mas é preciso ter cuidado para jamais olhar diretamente para o Sol através desses instrumentos
• O que esperar ver? A olho nu, o Ison parece uma estrela borrada, em tom esverdeado. Com instrumentos amadores ele ganha um pouco de definição, mas ainda assim não é possível ver a cauda
• Até quando? Como o Ison está cada vez mais perto do Sol, quando ele aparece o céu já está clareando, de modo que ele fica visível apenas por um curto intervalo de tempo. Após o próximo fim de semana, a visualização deve ficar mais difícil. A partir do dia 27, quando o Ison chega ao ponto mais próximo do Sol, não será possível vê-lo. Se ele sobreviver à aproximação, deve voltar a ficar visível no início de dezembro, principalmente no Norte e Nordeste do Brasil. A partir de janeiro, a observação do cometa deve ficar restrita ao Hemisfério Norte


sábado, 9 de novembro de 2013

Hubble detecta surpreendente asteroide com seis caudas giratórias

"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", diz pesquisador sobre achado
Um estranho asteroide que parece ter múltiplas caudas giratórias foi detectado pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa, entre Marte e Júpiter, anunciaram astrônomos esta quinta-feira.

Ao invés de se parecer com um pequeno ponto de luz, como a maioria dos asteroides, este tem meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas, similares aos raios de uma roda, reportaram os cientistas no periódico Astrophysical Journal Letters.

– É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide – disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles.

– Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira – acrescentou.

O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses.

O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas.

Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez.

Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí.

Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente.

– Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão – afirmou. – É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros – prosseguiu.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

"Cometa do século" pode ser destruído pelo Sol

As últimas observações feitas do Ison, chamado de "cometa do século", indicam que ele pode ser uma grande decepção. Análise de Ignacio Ferrin, astrônomo da Universidade de Antióquia (Colômbia), conclui que a pedra de gelo tem um "peculiar comportamento" e pode acabar destruída ao se aproximar do Sol.
Os cometas são compostos basicamente por gelo, além de poeira,
formada por pequenos fragmentos rochosos e gases congelados
Foto: NASA & ESA / Divulgação
Descoberto em setembro de 2012 por dois astrônomos russos, o Ison foi chamado de "cometa do século" após algumas previsões que indicavam que ele poderia aparecer tão grande como a Lua Cheia para quem vê da superfície da Terra. Contudo, isso depende de sua passagem pelo Sol.
Ferrin, ao analisar as últimas observações do Ison, descobriu que o brilho do cometa se manteve constante por 132 dias, apesar de ele se aproximar cada vez mais da estrela. Esse dado peculiar pode ser explicado pela falta de água ou se uma superfície de rocha ou outro material esteja impedindo a sublimação da água ou outro volátil para o espaço.

Caso parecido foi o do cometa C/2002 O4 Hönig, que manteve o mesmo brilho durante 52 dias. Após esse período, ele se desintegrou, sem deixar resíduos observáveis. 
Os astrônomos não sabem qual é a situação atual do Ison, já que ele está escondido pelo brilho do Sol. Contudo, eles sabem de duas dificuldades que o cometa vai enfrentar. A primeira, a temperatura de 2,7 mil °C ao passar perto da estrela, o suficiente para derreter ferro e chumbo. Além disso, ele entrará no chamado limite de Roche, quando a força gravitacional do Sol poderá partir o núcleo do cometa. 

Esses dados indicam que o Ison pode não sobreviver ao encontro. Uma breve janela de observações, entre 7 de outubro e 4 de novembro, pode indicar a situação da pedra de gelo. Contudo, segundo o cientista, as condições de observação serão muito ruins para determinar o destino do cometa. "O futuro do cometa Ison não parece muito brilhante", conclui Ferrin.

domingo, 19 de maio de 2013

C/2012 S1 ISON VIRA A BOLA DA VEZ PARA OS TEÓRICOS DO APOCALIPSE

Como já era de se esperar, não demorou muito para o próximo percursor do Apocalipse surgir depois que nada aconteceu com o fim do tão comentado e explorado assunto "Calendário Maia".
No final do ano, os habitantes do planeta Terra serão agraciados com o espetáculo da passagem do Cometa ISON. No Natal de 2013, a Lua, coitada, perderá parte de sua majestade. Sua imagem poderá ser ofuscada pelo brilho de um novo rival, talvez o cometa mais brilhante já avistado pela civilização. 
Foi descoberto em 2012 por astrônomos russos do observatório ISON, no Cáucaso. E acabou batizado com o mesmo nome. O ISON ainda está longe, além da órbita de Júpiter, mas a partir de outubro poderá ser visto a olho nu. Em 26 de dezembro, atingirá sua maior aproximação da Terra, 63 milhões de quilômetros, um terço da distância daqui ao Sol. Será um evento único. Quem perdê-lo terá de aguardar 10 mil anos até a próxima visita. “Este cometa pode vir a ser tão brilhante quanto a lua cheia”, diz o astrofísico Gustavo Rojas.
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Como comentamos no inicio da matéria, os que vivem de explorar o medo natural do ser humano quando se trata de Profecias, Escrituras Religiosas, Manuscritos perdidos, Canto dos Passáros, etc..já começam a surgir na internet novamente os Teóricos do Apocalipse pregando novamente o Fim do Mundo e desta vez quem vai pagar a conta é o coitado do Cometa ISON.
As teorias partem desde Pastores, Padres, Astrólogos e até mesmo de cientistas. Na área da religião, como não poderia ser diferente, eles encontraram na Bíblia um texto que além da passagem do cometa como o dia do Juízo final com o retorno do salvador, ainda relacionam as atuais explosões solares, terremotos e erupções vulcânicas como sinais previstos pelo livro sagrado.
Claro, que trata-se da mesma técnica utilizada para adaptar eventos trágicos as famosas quadras de Nostradamus, pois da forma em que os textos estão escritos proporciona brechas para que sejam introduzidos pensamentos de acordo com o momento aumentando assim a credibilidade das previsões. 
Para se ter uma ideia do tamanho da imaginação, vamos dar um exemplo de como eles utilizam as Profecias de Nostradamus e São Malaquias, relacionando com  o cometa ISON e assim gerar o medo nos fieis.

Nostradamus
Nostradamus acreditava  ter previsto que o último papa vai “fugir de Roma”, em dezembro, quando haverá “dois sóis” no céu. Tal previsão foi dada com  mais peso com anúncios dos astrônomos relacionadas com o cometa ISON (C/2012 S1).
A órbita do cometa ISON aparece semelhante à do  grande cometa de 1680, também conhecido como cometa Kirch ou Newton. …E ” animou tanto que era visível a olho nu no meio da tarde no início de dezembro ”, de acordo com Bob King, que dá aulas de educação da comunidade de astronomia em um planetário de Minnesota.
O “último papa” foi chamado como tal, porque no  século XII um arcebispo  irlandês , St Malachy, supostamente previu que o último papa será o 112 º papa dos católicos – o sucessor do Papa Bento XVI. Mas como é que alguns historiadores dizem que as profecias de São Malaquias  foram forjadas? Pesquisadores Mike Hebert e Zoltan escreveram sobre teorias que Nostradamus foi quem fez as profecias sobre os papas e o 112° deles . Mas ele teria atribuído isto à lista de São Malaquias por medo de pesquisas.
As profecias de São Malaquias foram provavelmente forjadas, e a conexão entre o último papa e o fim do mundo poderia ser objeto de todas as visões de Nostradamus. Finalmente, o cometa ISON poderia ser o segundo sol que  Nostradamus estava se referindo quando ele supostamente escreveu sobre “dois sóis” no céu. Portanto, tudo uma questão de interpretação e aceitação, afinal isso funcionou muito bem para as religiões nos últimos milênios onde conseguiam controlar e manter fieis seguidores tementes ao inferno descrito por eles.
A turma do Planeta X (NIBIRU) também não deixou passar esta chance e já há vários artigos e videos na internet promovendo a história de que o Cometa ISON é na realidade o planeta errante que irá colidir com nosso planeta acabando de vez com a saga da humanidade no universo. Sim, mas o problema é que alguns pregam a ideia que Nibiru irá colidir enquanto outros dizem que ele vai passar raspando, porém perto necessário para deslocar continentes e nossos pólos magnéticos, enfim uma catástrofe como não poderia ser diferente.
James Mccaney
Para reforçar ainda mais esta Teoria, surge um Físico chamado James M. Mccaney que afirmou que o Cometa ISON não está só, pois segundo ele, o cometa vem acompanhado por outros Sete Objetos, sim, Sete objetos e pior, segundo ele a "NASA estaria encobrindo a Informação", como não poderia se esperar quando algo não é confirmado por outros especialistas. James, apesar de estar só nesta batalha, vem promovendo sua afirmação através de vídeos no youtube deixando menos informados de cabelo em pé.
Portanto, preparem-se, pois nos próximos meses vamos ver o mesmo que vimos quando alguém sugeriu que o Fim do Calendário Maia previa o fim da humanidade, onde o assunto foi explorado inclusive por Hollywood, seguindo para Videos Impactantes no Youtube, criação de seitas, programas de TVs aproveitaram para montar especiais sobre os Maias, Imóveis Anti-Apocalipse foram vendidos a partir de 1 Milhão de dólares, etc..emfim, muita gente ganhou dinheiro com o assunto, e logo em seguida que as previsões foram por terra, já deram inicio a procura de um novo precursor do Apocalipse e conseguiram, agora a unica solução será aguentar o bombardeio diário de bobagens relacionadas ao assunto.

Quanto à possibilidade do cometa ISON anunciar ou ser o responsável pelo fim dos tempos? 
Como diz aquele velho ditado Português : "QUEM VIVER VERÁ"

quinta-feira, 14 de março de 2013

OBSERVATÓRIO (STEREO) REGISTRA PASSAGEM DO COMETA Pan-STARRS ENTRE A TERRA E MERCURIO



No dia 12 de março, o Cometa PanSTARRS passou perto do Sol saindo da órbita de Mercúrio. Esse acontecimento foi registrado pelo campo de visão da nave espacial STEREO-B da NASA. O Sol, a Terra, Mercúrio e o Cometa são mostrados nessa imagem de baixa resolução do STEREO-B.

A poeira (cauda) do cometa reflete a luz solar, de modo produzir uma estrutura em forma de um leque muito brilhante chegando a saturar os pixels da câmera digital do gerador de imagens. Veja o vídeo

quarta-feira, 6 de março de 2013

COMETA PANSTARRS PODE SER VISTO HOJE NO BRASIL

O primeiro de dois cometas a serem avistados no céu do país este ano já pode ser observado a olho nu. No horário do pôr-do-sol, por volta das 18h, basta olhar à direita da estrela, buscando por um ponto luminoso, algo como uma estrela um pouco mais brilhante. Trata-se do cometa PanSTARRS, em sua visita única ao planeta Terra, direto dos confins do Sistema Solar. Uma espécie de aperitivo antes da chegada do ISON, em novembro, que será visível como uma lua cheia.
O cometa PanSTARRS. A imagem captada na Nova Zelândia mostra o astro
em momento de maior aproximação da Terra,em sua primeira e única passagem
Cometas são grandes aglomerados de rocha e gelo recobertos por uma crosta de sujeira espacial originários da Nuvem de Oort, uma gigantesca região de objetos gelados que cerca nosso Sistema Solar e cujo limite alcança mais de um ano-luz (cerca de 9,5 trilhões de quilômetros) de distância da Terra. Às vezes, porém, um destes objetos tem sua órbita estável perturbada pela ação gravitacional da movimentação de uma estrela próxima ou da combinação dos efeitos gravitacionais do conjunto das estrelas da Via Láctea, sendo então lançado em uma longa viagem em direção ao Sol. E, à medida que ele se aproxima de nossa estrela, o calor começa a quebrar sua crosta e a fazer evaporar o gelo, gerando as características coma (cabeça) e cauda dos cometas, que brilham ao reflexo da luz solar.
Primeira e única chance de observação
O PanSTARRS, segundo Jorge Márcio Carvano, do Observatório Nacional, é um cometa de tipo raro, com uma órbita chamada de hiperbólica, ou seja, ele só passará uma vez pela Terra. Trata-se, por isso, da primeira e única chance de observá-lo. De acordo com o astrônomo, especialistas em todo o mundo estão ansiosos para estudar o objeto, detectado em 2011.
— Os cometas, acreditamos, são objetos formados na mesma época em que os planetas gigantes e expulsos da parte interna do Sistema Solar — explicou Carvano. — Com suas temperaturas muito baixas, eles preservam material, processos e condições daquela época; verdadeiras relíquias da formação do Sistema Solar.
Carvano explicou que, com a observação do cometa por especialistas, será possível estudar a composição do gás e da poeira. Segundo Carvano, moléculas orgânicas nunca antes observadas podem ser detectadas.
— Observamos a interação da luz do Sol com o gás e a poeira. Dependendo de como o gás modifica a luz, podemos inferir a composição molecular.
Mas enquanto o PanSTARRS passará a cerca de 50 milhões de quilômetros do Sol — sua maior aproximação ocorre hoje —, o ISON se aproximará muito mais da estrela, menos de 2 milhões de quilômetros. Quanto mais perto do Sol um cometa chega, mais brilhante ele aparece no céu. Por isso, astrônomos apostam que o ISON pode ser “o cometa do século”, atingindo um brilho equivalente ao da Lua cheia, ficando visível a olho nu e talvez até durante o dia na época de sua maior aproximação, entre o fim de novembro e o início de dezembro.

segunda-feira, 4 de março de 2013

COMETA C/2013 A1 PODE COLIDIR COM MARTE EM 2014


Um cometa descoberto recentemente fará um sobrevoo desconfortavelmente perto demais sobre um planeta no próximo ano, mas desta vez não é a Terra que está na mira cósmica. De acordo com os modelos de previsão preliminares orbitais, o cometa C/2013 A1 irá passar raspando o planeta Marte em 19 de outubro de 2014. O intruso gelado que vem da Nuvem de Oort,  uma hipotética região que cerca o sistema solar contendo incontáveis ​​bilhões de núcleos de cometas que foram  marginalizados do sistema solar  nos primordiais bilhões de anos atrás.
Nós sabemos que os planetas foram atingidos por cometas antes do enorme cometa Shoemaker-Levy 9, que caiu em Júpiter em 1994 e Marte, em particular foi atingido por cometas no passado. Acredita-se que os oceanos da Terra foram criados, em parte, por água trazida por cometas e os impactos de cometas são uma parte inevitável da vida nesse ecossistema cósmico.
C/2013 A1 foi descoberto por Robert McNaught ace, caçador de cometa  no Observatório Siding Spring, em Nova Gales do Sul, Austrália, em 3 de janeiro. Quando a descoberta foi feita, astrônomos do Catalina Sky Survey, no Arizona,  leram suas observações para encontrar  imagens anteriores do cometa que datam de 8 de dezembro de 2012. Estas observações indicam a trajetória orbital do cometa C/2013 A1 direto para a Orbita de Marte órbita em 19 de outubro de 2014.
Será que o planeta vermelho estaria em risco de um impacto potencialmente enorme no próximo ano? Estariam os veículos Curiosity e Opportunity em perigo de virar sucata? 
Parece que a probabilidade de um impacto no planeta é  incrivelmente baixa - por enquanto.

Segundo cálculos da NASA Jet Propulsion Laboratory (JPL), os dados de aproximação sugerem o cometa provavelmente passe perto de 0,0007 UA (que é aproximadamente 63.000 km da superfície de Marte). No entanto, há uma ressalva enorme.
Devido às incertezas nas observações, pois o cometa só foi observado por 74 dias (até agora), fica difícil para os astrônomos calcularem com exatidão a previsão de localização do cometa dentro de 20 meses, o cometa C/2013 A1 pode voar baixo passado a uma distância muito segura de 0,008 UA (650.000 milhas). Mas para o outro extremo a sua passagem orbital de Marte poderia colocar o planeta diretamente em seu caminho. No momento da aproximação mais próxima ou de impacto de  Marte, o cometa acelerará a uma velocidade vertiginosa de 35 quilômetros por segundo (126,000 milhas por hora).
Além disso, nós ainda não sabemos quão grande cometa C/2013 A1 é, mas normalmente os cometas não são pequenos. Se ele atingisse, o impacto poderia ser um evento enorme, global. Mas a localização provável do cometa em 2014 também é altamente incerta, por isso não significa uma "coisa certa" para o impacto Marte (Curiosidade, você pode relaxar, por enquanto).


Sources: JPL, Astroblog, LOC Astronomy via Reddit
This story was provided by Discovery News.

UFOs Arizona - 02-03-2022