Mostrando postagens com marcador Sonda Philae. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sonda Philae. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de dezembro de 2014

Sonda Rosetta fotografa enormes penhascos em cometa

A Agência Espacial Europeia divulgou nesse mês uma foto inédita do cometa 67P/Churymov-Gerasimenko.
Foto inédita do cometa 67P/Churymov-Gerasimenko.
A imagem foi capturada em 10 de dezembro a uma distância de 20 quilômetros e mostra um enorme penhasco com mais de um quilômetro de altura. 
Desde novembro desse ano, a sonda captura vários ângulos do cometa em movimento pelo espaço por meio do módulo Philae, que pousou no astro em uma das missões mais complicadas da sonda Rosetta. 

Em agosto, a sonda tonou-se a primeira a entrar na órbita de um cometa e ficará por 17 meses rodando o corpo rochoso.
A aterrisagem do módulo Philae é considerada uma das missões
mais complexas da história da exploração espacial
O cometa 67P/Churymov-Gerasimenko é classificado como um dos mais importantes vestígios das primeiras épocas do Sistema Solar. 

Confira a imagem inédita abaixo:
Imagem foi capturada em 10 de dezembro a uma distância de 20 quilômetros,
e mostra um enorme penhasco com mais de um quilômetro de altura. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

<< PHILAE UPDATE >> CONTAGEM REGRESSIVA - SONDA AVISA QUE BATERIA ESTÁ ACABANDO

Neste momento a sonda Philae emitiu um alerta sobre as condições da bateria e as noticias não são as melhores, pois segundo informações, a bateria não vai durar muito mais tempo.


ESA restabelece contato com módulo em cometa

Depois de horas de tensa espera diante do temor de que a bateria do Philae acabasse, Agência Espacial Europeia já recebe mais imagens e dados da superfície do 67P/Churyumov-Gerasimenko
Depois de hora de tensa espera ao longo desta sexta-feira, a Agência Espacial Europeia (ESA) conseguiu restabelecer o contato com o módulo Philae, que na última quarta se tornou o primeiro equipamento construído pela Humanidade a pousar em um cometa. No início da tarde de hoje, os cientistas da ESA temiam que a bateria principal do Philae, com autonomia inicial estimada em 64 horas, estivesse exaurida antes de o módulo poder voltar a se comunicar com a sonda Rosseta, em órbita do 67P/Churyumov-Gerasimenko.

Segundo o Centro de Operações da agência, o Philae já está enviando as medições e dados dos experimentos realizados nas últimas 24 horas. Entre eles estavam dois dos objetivos científicos primários da missão, que envolveram o uso de partes móveis e uma perfuratriz para colher e analisar amostras do cometa em um laboratório interno para determinar a composição química do 67P/Churyumov-Gerasimenko, assim como procurar por moléculas orgânicas neste material.

Aparentemente, o acionamento das partes móveis e da perfuratriz não foram suficientes para deslocar o Philae da posição quase vertical em que ele repousa junto à beira de uma depressão na superfície do cometa. Nesta situação, o módulo não está recebendo luz do Sol suficiente em seus painéis solares para carregar suas baterias secundárias, o que levará a um fim precoce da missão. Diante disso, agora os cientistas deram início a uma manobra desesperada para tentar corrigir a posição do módulo e tirá-lo da sombra, recolhendo e expandindo novamente seus pés. A esperança é de que a ação faça o Philae “saltar” para um nova posição mais favorável para a captação de energia solar.

Cientistas correm para usar robô Philae antes de fim de bateria

O veículo Philae, estabilizado na superfície de um cometa, está recebendo pouca luz em seus painéis solares, o que pode comprometer a duração da sua bateria - e afetar a missão.
Cientistas que trabalham no projeto espacial 
analisam como movimentar o robô para que receba mais luz.
Foto mostra a superfície do cometa a partir de um dos pés do Philae

O Philae - que fez duas tentativas de aterrissar no cometa antes de lograr a missão - está estacionado à sombra de um penhasco a 1km do local planejado e recebe cerca de 90 minutos de iluminação a cada rotação de 12 horas do cometa.
Isto é insuficiente para recarregar o sistema de baterias a partir do momento em que a carga principal do veículo se esgote. O Philae se destacou da sonda Rosetta há mais de 60 horas.
Os cientistas estudam opções como usar algumas das peças móveis do robô para executar um novo salto e tirar o aparelho das sombras. Mas provavelmente não há tempo suficiente para planejar e executar essa estratégia.
A prioridade, agora, é usar o Philae para obter o maior número de informações possíveis sobre o cometa. Neste quesito, pesquisadores estão muito satisfeitos com o desempenho da missão.
A decepção seria não poder usar a broca da sonda para recolher material sob a superfície do cometa a fim de fazer análises químicas em laboratórios.
Este foi um dos principais objetivos da missão. Mas a operação fica dificultada com a sonda tão delicadamente posicionada em apenas dois pés. Forças rotacionais de perfuração poderiam desestabilizar o Philae.
As primeiras imagens enviadas mostram o terreno irregular do cometa. Fotos tiradas pelo Philae mostram o veículo pressionado contra o que parece ser um muro.
A telemetria indica que ele está em um declive ou talvez até mesmo de lado. O que se sabe com certeza é que um dos seus três pés não está em contato com a superfície.

"Queremos perfurar, mas não queremos perfurar e perceber que, como consequência, a missão acabou", disse à BBC um dos pesquisadores da missão, Jean-Pierre Bibring.
Controladores vão analisar o que pode ser feito para apoiar o terceiro pé na superfície. Se isso não for possível, a perfuração poderia ser realizada no fim da janela da bateria primária. Neste momento, cientistas terão pouco a perder.
"Esta é uma decisão operacional muito típica", disse Paolo Ferri. "Primeiro, você obtém tudo o que puder. As coisas arriscadas ficam apenas para o final."

Missão histórica
Independente do que acontecer nas próximas horas, a missão já tem lugar garantido na história.
Os dados do Philae - e aqueles enviados pela Rosetta, que continua a observá-lo à distância - podem transformar o que sabemos sobre os cometas e permitir aos pesquisadores testar várias hipóteses sobre a formação do Sistema Solar e as origens da vida.
Uma teoria sustenta que os cometas foram responsáveis pela distribuição de água aos planetas. Outra ideia é que eles poderiam ter "semeado" a Terra com a química necessária para dar o pontapé inicial na biologia.
"Estes dois dias têm sido absolutamente magníficos", disse o gerente de missão da agência europeia, Fred Jansen. "Quando assumi esse trabalho, há um ano e meio, nunca imaginei que este seria o impacto."
"Claro que, quando as coisas são bem sucedidas, como o módulo tem sido, fazendo medições na superfície, você quer continuar por quanto for possível. Mas a realidade nos diz que há uma quantidade limitada de energia da bateria."

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agência espacial capta 'canto' de cometa

Música, inaudível para o ouvido humano, está intrigando cientistas; internautas sugerem que barulho seja de um ET.

O "canto" do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, divulgado pela Agência Espacial Europeia na internet, virou um mistério para cientistas e internautas.

Na quarta-feira (12), em um feito inédito, um robô do tamanho de uma máquina de lavar roupas, a sonda Philea, conseguiu pousar no cometa. A análise da composição da superfície do corpo celeste pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.

A música - como os próprios pesquisadores se referiram a ela - foi captada pela nave espacial Rosetta e é inaudível para o ouvido humano. Para que pudesse ser ouvida, seu volume teve que ser aumentado cerca de 10 mil vezes. 


Ouça o áudio.

"Isso é emocionante porque é completamente novo para nós. Não esperávamos isso e ainda estamos tentando entender a física do que está acontecendo", disse Karl-Heinz Glaßmeier, chefe de departamento de Física Espacial na Technische Universität Braunschweig, da Alemanha, ao blog RESA Rosetta.
Segundo o blog, o barulho provavelmente é produzido pela atividade do cometa, que libera partículas neutras para o espaço, onde elas colidem com as partículas de alta energia. No entanto, "o mecanismo físico exato por trás das oscilações permanece um mistério", diz o blog.
Já a explicação dos internautas foi mais criativa. No SoundCloud, rede de compartilhamento de áudio onde o som foi postado, muitos levantaram a hipótese de que o barulho fosse de um ET.
"Talvez seja o som de um alienígena gritando 'me ajudem, estou preso dentro de um cometa'", comentou Alan Hayward.
"Isso é maravilhoso. Seria arrogante pensar que estamos sozinhos no universo. Não estou dizendo que são aliens, mas estou realmente ansioso para descobrir o que está fazendo esse som...", escreveu Ronnie Wonders.
"Tem ETs fazendo pipoca naquele planeta", comentou Dan Maxe.
O áudio foi ouvido quase 950 mil vezes no SoundCloud e compartilhado 13 mil vezes no Facebook.

Sonda envia primeira imagem do local de pouso no cometa

 
A Agência Espacial Europeia  publicou nesta quinta-feira a primeira imagem tirada da superfície de um cometa, e disse que sua lander Philae ainda é "estável", apesar de uma falha nas travas ao terreno rochoso.
 Foto publicada pela Agência Espacial Europeia nesta quinta-feira
mostra a lander Philae na superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko,

O lander marcou um feito histótico na ultima quarta-feira histórico, quando aterrissou no cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, após uma viagem de uma década através do espaço em sua nave-mãe Rosetta.

Esforços estão sendo feitos para localizar a posição exata da sonda da Agência Espacial Europeia, sobre a superfície.

Engenheiros dizem que pode ter saltado centenas de metros para trás do cometa após o primeiro contato, antes de finalmente se estabelecer.

Espera-se que a Philae obtenha insights sobre as origens do nosso sistema solar.

É já enviou as primeiras imagens já feitas sobre a superfície de um cometa.

Eles indicam que a sonda está sentado em um ângulo - talvez em uma ladeira, ou talvez até mesmo em seu lado. Mas a equipe continua a receber "grandes dados" da Philae.

O Satélite Rosetta da ESA transportou a Philae em uma jornada 6400000000-km (4 bilhões milhas) ao cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

Os sinais do pouso ainda estão sendo analisados - mas este é melhor
 palpite atual da equipe em como os acontecimentos se desdobraram
Cientistas acham que o pouso foi na área azul próximo ao local previsto (vermelho)


O Júbilo dos cientistas foi levemente umedecido porque os arpões que foram feitos para ancorar a sonda à superfície não funcionaram corretamente, fazendo-a saltar duas vezes antes de estabilizar no corpo do cometa, ou núcleo.

"A Philae está estável, sobre o núcleo e já está produzindo dados", disse Gerhard Schwehm, cientista da missão Rosetta, "A sonda no momento está muito saudável."

As fotos enviadas para a Terra mostram uma superfície rochosa, com um dos três pés da lander  no canto do quadro.

Os cientistas ainda estão analisando o efeito que as duas rejeições tiveram na nave espacial e planejam informar mais detalhes em uma entrevista coletiva as 08:00 ET.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Sonda Philae envia primeiras fotos da superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko

Pouco depois do pouso do robô Philae em um cometa, feito inédito e histórico da exploração espacial pelo homem, as primeiras imagens feitas por ele começam a chegar à Terra.


As imagens mostram a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feitas durante a aproximação da sonda.


Seus dados poderão ajudar a elucidar mistérios sobre cometas como esse, relíquias geladas dos tempos da formação do Sistema Solar.

Um dos temores dos cientistas que comandam a missão é de que a parte externa do cometa fosse revestida por gelo, o que poderia fazer o robô quicar na superfície e ser afastada da rocha em vez de aterrissar - já que há pouca gravidade no local.

Falhas
Nem tudo saiu como o planejado na aterrissagem do robô. Houve falhas no sistema feito para propulsioná-lo em direção à superfície do cometa.
Relatos iniciais também davam conta de que os arpões instalados no robô para prendê-lo à parte externa do corpo celeste também apresentaram problemas. No entanto, o repórter de ciência da BBC Jonathan Amos disse que isto não foi oficialmente confirmado.
Por enquanto, ainda não há informações sobre a natureza dos materiais encontrados na superfície do cometa.
Se tudo correr conforme o planejado, novas fotos devem ser enviadas em breve. O robô também começará sua análise da composição química do corpo celeste.

A sonda europeia que realizou a primeira vez aterragem suave em um cometa poderia ter feito e não apenas uma, mas duas vezes. Mas o robô não só não quicou, como afundou cerca de quatro centímetros ao pousar, o que sugere que ele encontrou uma superfície relativamente macia.
O instrumento Rolis tirou um instantâneo do cometa 67P / CG
durante a descida da Philae lander  em direção à superfície em 12 de novembro de 2014.

O robô Philae conseguiu aterrissar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko às 14h05 (horário de Brasília).
Momentos tensos durante o tempo de espera da conformação do pouso.


"Este é um grande passo para a civilização", disse Jean Jacques Dordain, diretor-geral da Agência Espacial Europeia, que deu início à missão há cerca de duas décadas.

"Sabíamos que este tipo de feito não iria cair do céu, 
só com trabalho duro e muito conhecimento."

O robô foi lançado às 7h03 de hoje da sonda Rosetta e levou sete horas para atingir a superfície do cometa, que está a 500 milhões de quilômetros da Terra.
Agora, o robô fará análises da composição da superfície do corpo celeste, o que pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.
Análise química da superfície do cometa pode dar pistas sobre o surgimento da vida na Terra
Uma das teorias sobre o início da vida na Terra postula que os primeiros ingredientes da chamada "sopa "

Estes são considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.
A missão Rosetta, batizada em homenagem à pedra que possibilitou a tradução dos hieróglifos egípcios, foi planejada na década de 80 e custou ao menos US$ 1 bilhão.
A sonda foi lançada em março de 2004 e, desde então, já orbitou o sol cinco vezes, ganhando velocidade "surfando" a gravidade da Terra e de Marte.
Para atravessar a parte mais gelada de sua rota, a sonda foi desligada em 2012 e somente reativada em 1º de janeiro deste ano.

Tempo da Missão
A missão está prevista para durar pelo menos até dezembro de 2015 - quatro meses após o 67P fazer sua maior aproximação ao sol. O cometa leva 6,5 anos para completar uma órbita, e seu caminho leva 67P tão perto de nossa estrela como 115 milhões milhas (186 milhões de km) - cerca de 1,25 vezes a distância Sol-Terra.

Sonda Philae pousa com sucesso em cometa, faz a história do espaço

A sonda Philae lander da Agência Espacial Europeia fez história espacial, alcançando com sucesso a superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

O pouso, que ocorreu em 11:03 ET, foi acompanhada por cenas arrebatadoras na sala de controle da ESA em Darmstadt, Alemanha.

Philae é a primeira sonda a pousar em um cometa.

Mais cedo nesta quarta-feira, a ESA lançou a primeira imagem do seu lander Philae ao se separar da nave-mãe Rosetta em sua missão ambiciosa para a superfície do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko.

A separação, que ocorreu por volta 04:00 ET, marcou o início de uma jornada de 7 horas para a superfície do cometa. A sonda Rosetta e sua lander Philae foram em uma missão de uma década através do sistema solar para se encontrar com o cometa.

O cometa, que é cerca de 2,5 km de largura, viaja a velocidades de até 84 mil milhas por hora.

A sonda do tamanho de máquina de lavar roupa caíam ao cometa e trava usando arpões e parafusos. Durante a descida, os cientistas foram incapazes de fazer qualquer coisa, mas o relógio, porque a grande distância da Terra - 311 milhões milhas - tornou impossível para enviar instruções em tempo real.

O plano é que Rosetta e Philae acompanhará o cometa, uma vez que se lança em direção ao sol e se torna cada vez mais ativo, uma vez que se aquece. Usando 21 instrumentos diferentes, eles vão coletar dados que os cientistas esperam que ajudam a explicar as origens de cometas e outros corpos celestes.

A missão custou 1,6 bilhões dólares e foi lançada em 2004.

UFOs Arizona - 02-03-2022