segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

"PEGADAS HUMANAS" pré-históricas com mais de 300 Milhões de anos reforçam teorias de "supostos Viajantes no Tempo" ou "Humanoides que teriam visitado o nosso planeta"

Durante o mês de junho de 1968, enquanto coletava mostra de fósseis nas redondezas de uma região do estado de Utah, nos EUA, o arqueologista amador Willliam J. Meister descobriu uma suposta pegada humana fossilizada, que foi datada entre 300 milhões e 600 milhões de anos atrás. A rocha estava na formação Wheeler do meio Cambriano — geologicamente datada de mais de 500 milhões de anos atrás. O achado, de início ignorado, causou controvérsia no meio científico, que sempre estipulou que as origens da espécie humana remontam há dois ou três milhões de anos antes da era cristã. A enorme diferença de datas, contudo, não foi a única polêmica em torno do achado. O desenho da pegada humana, também apelidada de "pegada Meister", dava a ideia de que poderia ter sido feita por uma bota, ou um calçado com algum tipo de salto. Esta observação só causou mais controvérsias em torno da pegada, já que é difícil imaginar como seria possível haver um vestígio de um calçado centenas de milhões de anos antes da invenção de qualquer tipo de sapato. Além disso, esmagado sob a pegada, estariam restos de fósseis de uma trilobita, um animal pré-histórico de ambiente marinho do período Paleozoico - de 540 a 250 milhões de anos atrás. Diversas teorias surgiram para explicar estas 
"supostas pegadas pré-históricas", desde a existência de uma civilização que teria vivido sobre a superfície da Terra até hipóteses mais ousadas como um "suposto viajante no tempo" ou "humanoides que teriam visitado o nosso planeta"
No entanto, os mais céticos defendem que tudo não passa de um processo geológico que tem a aparência de uma pegada humana e que, inclusive, existem outras "pegadas" similares na região. Já os criacionistas defendem que estas pegadas teriam sido realmente obra de algum humano. 

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